1. A gestão de projetos das organizações tem o papel de integração não apenas funcional, mas de países e setores públicos e privados.
A gestão de projetos passa por um processo no qual deixa de ser processual e passa a ter um papel de liderança dentro das empresas.
2. As três qualidades que os gestores e líderes precisam ter é a capacidade de analisar, realizar e serem autênticos.
O foco da administração vem mudando, partindo do "saber" para o "ser". Portanto, mais do que analisar e implementar, é preciso ser uma pessoa melhor.
3. O talento é aleatoriamente distribuído pelo mundo inteiro. A educação para o desenvolvimento dos talentos é que não é distribuída igualitariamente.
Diferentemente do que se pensa no imaginário comum, o talento está em todo o lugar. Existem as pessoas inteligentes que não tiveram a oportunidade de educação. É papel dos líderes identificar essas pessoas e desenvolvê-las, para que possam fazer a diferença.
4. É necessário extrair a essência da complexidade.
As organizações precisam buscar soluções simples. Para isso, é importante encontrar aquilo que é essencial nos problemas. Os estrategistas precisam enxergar no meio do caos a essência do problema. Essa é uma competência real dos administradores.
5. Do todo para a parte. E da parte para o todo.
Há a necessidade de desmembrar os problemas e remontá-los sistematicamente. Pesquisadores descobriram que empresas com bom desempenho são cada vez mais descentralizadas, pois isso permite uma infinidade maior de possibilidades e combinações para a solução de um mesmo problema.
6. A exigência de padrão de qualidade requer determinação das pessoas.
É cientificamente comprovado que quando se estabelece um grau de dificuldade maior, apenas as pessoas resilientes sobrevivem.
7. Estruturar a estratégia não é atividade apenas para a direção da empresa.
Diante de mercados mais segmentados, as organizações precisam se ajustar e passam a ser igualmente segmentadas. Assim, se faz necessário conceder o papel de liderança para mais pessoas, inclusive para a média gerência. Portanto, a estratégia se aplica em níveis mais baixos nas organizações.
8. Estratégia, liderança e inovação são três lados da mesma moeda.
É impossível dissolver estratégia, liderança e inovação. Estes três pilares fazem parte da essência estratégica. Afinal, a liderança precisa estar com os olhos voltados para o futuro. E o futuro está em constante inovação. O diferencial competitivo está em identificar o surgimento de padrões e buscar um desempenho melhor. O futuro não é mais como deveria ser. O papel dos líderes é entendê-lo antes dos concorrentes.
9. Organizações precisam alinhar mudanças incrementais e mutações.
A evolução das espécies preconizada por Darwin já dizia que as espécies evoluem por mudança lenta incremental, baseada na sobrevivência e também por meio de processos de mutação. São dois processos que acontecem em paralelo. Entendemos, agora, que precisamos de mudanças incrementais e mutação nas organizações que aconteçam concomitantemente.
10. O fracasso não é uma opção.
Ele é um nível de exigência superior ao seu melhor possível. Portanto, o significado de excelência é maior do que as melhores práticas.
Fonte: Portal HSM: http://www.hsm.com.br/artigos/10-licoes-sobre-decisao-estrategica |